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Politics

Faces Digitais
2022.06.29

Faces Digitais

Com a pré campanha começando mais fortemente, estou trabalhando sem parar gerando vários vídeos para o Youtube, postando e repostando conteúdos no Twitter, Instagram e Facebook (este ainda está bem confuso, mas explico depois).

Além disso, estou num processo de unificação da identidade visual e segmentação dos conteúdos.

Site

Estou constantemente fazendo alterações no meu site. Ele deixou de ser apenas um blog pessoal e se transformou na cara inicial da minha vida profissional. Assim, precisei dar uma cara mais profissional a ele.

Ao menos a página em português, tirei o blog da front page. Assim, só vão aparecer as páginas que eu selecionar. Os meus posts, como este, ficarão numa ala dedicada, com link no rodapé. Penso que devo recolocá-lo num futuro, mas por enquanto, o blog sairá da home. Outra vantagem é fazer com que as pessoas cheguem no rodapé, onde tem outras páginas relevantes. Talvez uma reorganização mais profunda deste rodapé seja necessária.

O título, fontes, cores, fundo… tudo mudou. Mas quero fazer deste site um hub para todos os outros conteúdos e sites. Este é o único lugar que tenho total controle e não disputo espaço com vídeos de gatos, dancinhas e outros políticos.

O meu blog, que sempre teve muito conteúdo em inglês, será normalmente mantido. https://www.brunomassa.com/pt-br/blog/site-multi-idioma/

Aos ligados em tecnologia, ainda é feito em Hugo.

Instagram

A minha conta pessoal do insta começará a receber conteúdos profissionais. Eu tinha a ideia de ser purista e só conter coisas pessoais, como fotos de família e viagens, mas agora acredito que seja mais simples mesclar tudo.

O perfil do Instagram é de conteúdo mais casual. Não pretendo colocar conteúdos pesados lá. Com pessoas olhando fotos de pessoas viajando, animais e influencers, não vejo como uma plataforma para martelar propaganda.

Como diz Marcelo Vitorino, rede social não é espaço para discutir. É voltada para conectar amigos e entretenimento.

Twitter

Como um grande palco para se comentar qualquer coisa para qualquer um que esteja passando, o Twitter é mais adequado para os conteúdos polêmicos. É atualmente a minha rede social de menor quantidade de seguidores, mas costuma ser bem engajada.

Já que vou colocar praticamente todos os posts curtos, imagens e vídeos curtos que foram no Stories nas outras plataformas e sumiram em 24h.

Mastodon

Se você nunca ouviu falar nele, certamente não é o único. Tem a mesma proposta do Twitter mas é aberto e open source. Vou usar a mesma estratégia do primo rico, mas certamente só por teimosia, pois tenho praticamente nenhum seguidor.

WhatsApp e Telegram

As listas de distribuição e de discussão estão devidamente configuradas. Agora devo começar a atrair as pessoas para se ingressar. Não será o mesmo conteúdo do blog, certamente, pois serão conteúdos mais próximos das redes sociais, unido de calendários e conteúdos de engajamento.

Youtube

O hub de conteúdos longos. Estou gravando dezenas de vídeos e quero dar corpo ao canal. Além de conteúdos específicos de campanha eleitoral, tenho o plano de publicar muita coisa educacional, mais perene. Será um dos legados desta eleição.

Tem a possibilidade de ter lives, que pode ser uma excelente ferramenta para comunicar com muitas pessoas.

Vou integrá-lo bastante no meu site.

Tiktok

Os principais vídeos que forem para o Instagram e no Youtube Shorts, virá aqui. Mas sequer sou usuário, quanto mais criados de conteúdo. Com o tempo, pode ser algo relevante.

Facebook

Tenho usado cada vez menos o Facebook nos últimos anos. Ao contrário das outras redes, ele tem um recurso de página institucional. Isso é ideal para criar páginas para empresas e também personas públicas, deixando nosso perfil apenas para os amigos reais.

Tenho o username @brMASSA a muitos anos, mas resolvi deixar este username para a página pública. Entretanto, o Facebook me passou uma rasteira: ao desvincular minha página pessoal deste username, ele trancou este nome para outros usos. Assim, perdi ele para uso pessoal e tive que adotar outro para a página pública.

Também descobri o quão merda é seu serviço de atendimento ao cliente. Na verdade, é inexistente. Não tem como falar com ninguém lá dentro para ver se resolve meu problema. Mais um motivo para diminuir seu uso.

Entretanto, ainda tem muitas pessoas (muitas mesmo) que só usam o Facebook como rede social, então fica imprescindível. Assim, os links são @brMASSApesssoal e @brMASSAfb

Pré-Candidato
2022.06.16

Pré-Candidato

Pre candidato bruno massa

Finalmente, o Partido Novo aprovou e comunicou minha pré-candidatura à Câmara dos Deputados.

Sempre tive vontade e agora a oportunidade. O governo Zema fez um excelente trabalho em Minas Gerais e temos tudo para duplicar a bancada no Congresso Nacional.

A nossa amada nação Brasileira está sendo castigada com fome, miséria enquanto os poderosos gozam de privilégios e mordomias. O NOVO sempre honra o trabalho e o dinheiro que cada brasileiro tem e sempre busca usá-lo da melhor forma: serviços para você.

Quero que todos PROSPEREM na vida. Você e sua família, Minas Gerais e o Brasil. Prosperar é melhorar de vida, ter mais saúde, educação e dinheiro no bolso, para ter a liberdade de fazer o que você quiser fazer. Não depender de ninguém nem governo nenhum. Quem prospera é mais feliz, dono do próprio nariz.

PROSPERIDADE é a palavra da vez!

Pré-Pré-Candidato
2022.04.20

Pré-Pré-Candidato

Toda mãe teme ouvir de ser filho: Mãe, vou entrar para a política!. A minha sabe que a mãe de todo político é lembrada! Tadinha.

Mas chegou a hora. Desde jovem me interesso por política e liderança. Quem me conhece até ficou surpreso, mas não incrédulo. Representante de todas as turmas que estudei, centro acadêmico na USP, liderança no trabalho e entre amigos. Discuto com quem quiser, não importa posição ideológica.

Agora, depois de duas décadas como administrador formado na USP, a última no alto escalão da Petrobras, pós-pandemia, vendo as decisões de Brasília de longe, resolvi finalmente entrar para mudar este mundo.

Qual partido?

O NOVO. Sério, com valores e princípios, o NOVO é o maior partido do Brasil que ainda tem ideologia. O resto, só quer o poder.

  • O NOVO não vai usar o seu dinheiro para eleições. Ele vai devolver TUDO do fundo eleitoral. TODOS os outros partidos, quer você goste ou não, vão usar o seu suado dinheirinho.
  • O NOVO não usa dinheiro público para nada, na verdade.
  • O NOVO entrou em todas as brigas no congresso para diminuir impostos e privilégios.
  • O NOVO expulsa membros que não tem conduta honesta. Nada de passar a mão na cabeça de ninguém.

Pré Pré?

O NOVO tem um processo seletivo completo. Só pode se candidatar quem tem já plano, proposta e se mostrar sério e competente. Todos são entrevistados. Nada de Tiriricas e Clodovils. Por isso, a oficialização da Pré Candidatura só virá em algumas semanas.

A Situação Atual do Brasil

A Economia está na lama. Grande parte dos brasileiros vivem na miséria. Risco de não comer hoje. Ou amanhã. A pobreza aumentou de maneira assustadora. Num mundo pós-pandemia, é a hora do país finalmente dar a virada.

Em Minas Gerais, Romeu Zema fez uma verdadeira limonada com os limões que tinha. O estado cresceu e teve suas contas colocadas no lugar. Crescer e ter de economizar não é tarefa fácil, mas Zema fez.

A Meta

Vou me candidatar a Deputado Federal por Minas Gerais.

Não importa quem for o presidente, a ordem é fazer de tudo para gerar empregos e facilitar o empreendedorismo. Menos burocracia. Mais digital. Todos nós brasileiros, independe da ideologia, queremos mesmo é melhorar de vida.

  1. O desempregado quer ter emprego.
  2. O empregado quer ganhar melhor e ser valorizado.
  3. Muitos tem o sonho de empreender
  4. O empreendedor quer crescer, e empregar mais.
  5. O ciclo se repete

Meu sonho é ter nos noticiários menos histórias de escândalos e corrupção e mais histórias de sucesso, felicidade e justiça. Espero que este seja seu sonho também.

O Plano

Para isso, conto com apoio de setores ícones de Minas: agro e mineração. No Triângulo Mineiro, Sul de Minas e região metropolitana de Belo Horizonte, vou lutar no digital e nas ruas.

Nas redes sociais, quero informar e divertir. O assunto é sério, mas prometo não ser o chato. Ao longo das semanas vou detalhando as ideias, mostrando quem sou eu e como chegaremos lá.

Siga, compartilhe, comente e pergunte:

Facebook: @brMassaFB

Instagram, Twitter, Youtube: @brMassa

Site Multi-Idioma
2022.03.27

Site Multi-Idioma

brunomassa.com sempre foi um site internacional. Quase todos os posts são em inglês. Mas agora que eu posso ter muito conteúdo com a minha nova carreira na política (mais sobre isso num post futuro), talvez valha sim a pena eu colocar o site em português separado. Misturar posts de programação, jogos e filmes vai só confundir seguidores e eleitores.

Mas ao invés de trocar todo o conteúdo, eu resolvi separar os idiomas. Em português certamente aparecerão mais posts com relevância exclusiva para o público brasileiro. Curiosamente, praticamente todos os meus posts antigos são sobre política ou futebol. Então ele não vai ter de passar por um filtro mais substancial.

Ainda não sei como fazer um modelo híbrido, com alguns posts sendo independente do idioma. Se eu encontrar, devo ativar no futuro. Será especialmente útil para potenciais hot-pages, que são aquelas páginas especiais para servir de entrada com promoções ou conteúdos especiais. Não seria bom fazer uma hot-page com brunomassa.com/pt-br/hot-page, pois perde um pouco da funcionalidade e da facilidade de se divulgar e lembrar. Para ajudar ainda mais, comprei o domínio brmassa.com com o intuito de consolidar e uniformizar os perfis públicos das diversas redes sociais. O site ser o mesmo nome dos meus usernames pode ser uma boa.

Assim, vou começar a trabalhar no sentido de criar mais conteúdo sobre política e contexto brasileiro. Vou ao longo da semana começar a postar os primeiros conteúdos, bem como fazer o anúncio agora-não-mais-tão-secreto.

Este post é um que tem múltiplos idiomas. Clique nas bandeirinhas para mudar o idioma.

2016.09.13

Cunha disse ser vítima de vingança.

Dilma disse ser vítima de golpe.

Dirceu disse ser vítima de hipocrisia.

Lula disse ser vítima de complô.

Delúbio disse ser vítima de perseguição.

Sugiro um banho de sal grosso. Favor solicitar ao carcereiro.

2016.08.30

Os maus políticos também foram escolhidos pela maioria dos votos

2016.05.16

Preconceito é julgar um ministro pelo sexo e cor ao invés de sua competência

Falem mal, mas falem dos outros
2015.09.16

Falem mal, mas falem dos outros

A melhor coisa quando a gente não vai ter qualquer ganho numa discussão é sair dela. Neste clima pesado de eleições, nada melhor que fugir desse assunto. Mas há quem dê um passo mais radical. Um Lobão da vida, que opta por fugir do país para evitar inclusive a memória que o Brasil traz. Ainda bem que não falou em largar mão de viver.

Soube que ele voltou atrás.

Estamos no auge do uso da internet e das redes sociais para expor o que achamos. Todas as ideias que não temos ideia do que significam. Mas ficam muito maneiras quando retweetamos e compartilhamos. Ainda mais se tiver uma hashtag maneira rolando e memes para serem mandados como spam para todos os grupos de WhatsApp.

Se você já é adepto das redes sociais já percebeu que a #GloboMente e que #VejaLixo não são fontes mais seguras de informação. Dizem. O que está mais em moda é a verdade vinda das pessoas mesmo, de carne e osso, que compartilham o furo de reportagem mais realistas e verdadeiros que podem existir.

#SQN

Bom ao menos não totalmente.

Estes grandes veículos colocam o nome, a cara e o endereço em tudo que escrevem. É fácil apontar quando qualquer um está sendo parcial e tendencioso. Mas quem não viu um post no Facebook sobre uma notícia completamente mentirosa? Que hashtag usamos para humilhar a e dirimir a imagem do autor, da mesma maneira que se faz com a imprensa? #JoseDaSilvaLixo?

Muitas vezes estes textos que se espalham não são anônimos, mas são bem difíceis de se conhecer a real fonte.

A nova onda das redes é o efeito manada, ou efeito de grupo. O que tem de gente que está pregando a liberdade, o movimento LGBT, as bicicletas, a energia solar e até Jesus e Maomé… Tudo com frases de ódio. Tão comum que nem percebem. E vão ainda negar que são agressivos. “Luto pela causa”, vão dizer.

Se o outro lado faz o mesmo não é tratado com o mesmo respeito. #ChupaBolsonaro, coxinhas, os da direita, FHC… todos eles são vilões. Ninguém quer ouvir quaisquer opiniões contrárias. Só quem confirma meus preconceitos é amigo. Na era das redes sociais, é uma rede contra a outra. Não há espaço para diálogo; apenas monólogo.

Acho que vou sair do país. Ou sair do Facebook.

Mé… prefiro ficar calado lá e assistir o povo se matando super se achando que estão fazendo o bem pregando a verdade… deles.

2014.10.01

Os papéis de advogado e juiz ficam misturados por aqueles que advogam por seus ideais

Educação Governamental: Voucher
2014.09.20

Educação Governamental: Voucher

No Brasil, os dados não mentem: temos uma educação fundamental pública de péssima qualidade. Os desafortunados pais que não tem recursos para bancar uma educação em instituição particular terá de colocar seu filho numa escola do Estado (municipal, estadual ou federal). As chances de um futuro melhor diminuem imediatamente. Estas escolas são péssimas (na média estatística).

Origem 1

Um dos grandes problemas é que, até na constituição, há uma ideia que a educação básica é muito pulverizada, então seria mais inteligente deixar a cargo de prefeituras, enquanto os níveis médio e superior tem menos alunos e tem custos mais altos, então ficaria a cardo do governo estadual e federal, respectivamente. Acontece que grande parte das prefeituras no país são deficitárias, dependente de recursos federais como se fossem mendigos pedindo esmola. Sem recursos, o repasse para a educação fica seriamente comprometido. Professores com salários muito baixos não atrai novos bons candidatos e estrutura deficiente dificulta o aprendizado.

Origem 2

Há também uma constatação antiga: o estado é muito ineficiente para executar. Estar no front de combate requer uma agilidade que o estado não tem. Mesmo depois de anos com avaliações ruins, professores públicos não são demitidos, não se consegue construir ou reformar as instalações, e a pedagogia fica engessada.

O resultado é que temos hoje que dar cotas nas universidades para classes desfavorecidas, para compensar o enorme atraso educacional que tiveram na base. Temos de achar uma solução para a base.

Educacao governamental voucher 2.jpg

Vem então uma alternativa:

O voucher educacional

A ideia central é resolver um problema de dinheiro com dinheiro.

Ao contrário de ter uma rede de escolas próprias, o estado administraria somente o dinheiro, pagando mensalidade de alunos pobres que não tem condições de pagar uma escola. O custo-por-aluno seria, por certo, mais alto. Mas definitivamente mais efetivo.

Temos uma experiência parecida com o programa FIES, do governo federal. Nele, o aluno sem condições recebe um financiamento (um empréstimo) para estudar em uma universidade. Ao final do curso, o aluno se compromete a pagar o empréstimo com o dinheiro de seu salário, aos poucos. Uma iniciativa equivalente deveria ser implementada no ensino básico.

Fonte do dinheiro

Um sistema grande assim teria de ser administrado pelo governo federal. Mas os recursos deveriam ser compartilhados com as três esferas. O município contribuiria com uma parcela das despesas para os alunos residentes em seu território. O mesmo vale para o governo estadual.

Os estados teriam de privatizar as suas instituições. Além de levantar caixa para a iniciativa, deixaria de se preocupar com esta frente. Em bairros mais ricos, poderia fazer estímulos aos pais montarem uma cooperativa e adquirirem o controle. Para os mais pobres, qualquer rede que tenha interesse poderia levar. Juntamente com o orçamento anual em educação, as prefeituras teriam mais capacidade em contribuir.

Educacao governamental voucher 3.jpg

Beneficiados

Ao contrário do que se tem hoje, o novo sistema seria regido por apenas uma variável: dinheiro. Quem não tiver, ganha o benefício. Quem tem, vai pagar a mensalidade da escola normalmente. Isso corrige injustiças que deixam as crianças de famílias ricas terem educação de qualidade gratuitamente quando poderiam ajudar a financiar o sistema. Os cadastros existentes de programas como Bolsa Família e a Receita Federal poderiam ser usados para controlar. Na verdade, há uma janela boa para se centralizar estes cadastros.

O benefício deveria ter um escalonamento: quanto mais pobre a família, mais o estado contribuiria. Também poderia ter modalidades de empréstimo, mas é bem mais complicado executar isso que o FIES, já que os alunos do FIES em pouco tempo vão ter renda para conseguir pagar. Ainda sim, vale o estudo

A rede escolar

Logicamente os governos terão interesse em privatizar suas escolas. Uma vez que o cidadão poderá escolher quaisquer escolas privadas e terão a mensalidade paga, elas dificilmente escolherão as públicas por vontade própria.

A rede credenciada seria avaliada anualmente. O teto da mensalidade que o governo pagaria dependeria do desempenho da escola. Uma boa escola receberia um valor maior para cada aluno, enquanto uma escola ruim teria direito a um valor menor. Estes valores seriam controlados pelo Estado, e poderiam ter pesos diferentes nas regiões do país.

A rede particular deve ter faculdade a participar do sistema. Nada obrigatório. Afinal, é possível que alguma escola queira ter uma filosofia de trabalho especial e não abrir as portas a todos. Entretanto, deveria ter uma sobretaxa pela não-adesão ou um desconto em impostos para os aderentes. O estímulo econômico é o principal fator de seu sucesso.


A décadas que governantes prometem e tentam desenhar soluções para o ensino público. A décadas as iniciativas são ineficazes. Simplesmente não resultam em melhor educação. Os números são consistentes desde que eu aprendi a ler, literalmente: o ensino público é uma porcaria.

Esta é certamente uma proposta ousada. Mas é sem demagogia. É resolver o problema de dinheiro com dinheiro.

BRUNO MASSA