Filmes de 2025
A cada ano, tento compilar uma lista de jogos, livros e filmes que experimentei. Para a lista completa, confira as Avaliações. Lá vamos nós (ordenados por classificação e depois alfabeticamente)!
OBSERVAÇÃO: Acredito que esta lista seja a mais incompleta. Provavelmente farei adições de tempos em tempos.
- Anora (): Minha escolha para o melhor filme do ano. A atriz demonstra drama, comédia e sensualidade.
- Conclave (): Atuações soberbas. Tenso com uma reviravolta.
- Ainda Estou Aqui: O filme brasileiro sobre a ditadura dos anos 70. Em outras palavras: mais atual do que nunca.
- Im not a Robot (): Curta-metragem incrível sobre as consequências de um CAPTCHA.
- Prisoners (): Uma exploração sombria e perturbadora da moral e da justiça, com atuações poderosas e uma narrativa envolvente.
- Star Wars O Império Contra-Ataca: O único filme da saga que eu não tinha em VHS para assistir mil vezes. É realmente bom, mesmo pelos padrões de hoje.
- The Brutalist (): Um drama visualmente deslumbrante. Uma interseção entre arquitetura, história e resiliência pessoal. Brody merece o Oscar.
- O Dia em que a Terra Parou (1951): Ficção científica da Guerra Fria em seu momento mais elegante. Um filme que confia o suficiente na sua mensagem para não precisar gritá-la.
- A Princesa Prometida: Sempre me disseram que é um filme pastelão mas memorável. Não poderia concordar mais.
- A Pele que Habito: Almodóvar entrega uma reviravolta atrás da outra.
- What We Do in the Shadows (): Um grupo de amigos vampiros com humor e absurdo no melhor estilo Monty Python. Sempre gostei do estilo de direção e atuação de Taika Waititi.
- Um Lugar Silencioso Dia Um: A história das origens.
- After Hours (): Um dos primeiros filmes de Martin Scorsese, é uma odisseia de comédia sombria sobre a imprevisibilidade de uma única noite caótica.
- Dredd (): Enxuto, brutal e criminosamente subestimado. Karl Urban nunca tira o capacete e nunca precisa. O ideal platônico de um filme B que sabe exatamente o que é.
- Full Metal Jacket (): Definitivamente não sou fã do estilo Kubrick.
- Identity (): Um thriller psicológico repleto de reviravoltas.
- Scarface (): Excesso, ambição e violência no puro estilo De Palma. Icônico, mas a duração e o melodrama podem testar a paciência.
- O Aprendiz: Se você já não gosta de Donald, vai apenas reforçar sua visão. Se você gosta dele, é hora de mudar de lado.
- The Substance (): Seus visuais insistem em sensações: desejo, repulsa, vontade. É uma mistura de crítica social e horror B.
- Thief 1981 (): Um tenso drama de assalto com nuances existenciais.
- Wicked (): Ariana Grande se sai muito bem. Todo o resto, razoável.
- Déjà Vu (): A premissa de ver o passado “em tempo real” é interessante. Depois disso, fica bobo.
- Kiss Kiss Bang Bang (): Neo-noir afiado e autoconsciente com diálogos brilhantes. Subestimado na época, ainda é divertido.
- You Were Never Really Here (): O filme em si é mais atmosfera do que história.
- Emília Pérez: 13 indicações? É um filme entediante, as músicas são ruins e esquecíveis (sem mencionar a presença de ASMR). Infelizmente foi envolvido em controvérsias desnecessárias.
- Ghost in the Shell 2017: A versão da Scarlett é substancialmente mais confusa e menos envolvente do que a animação original. Vale a pena apenas se for maratonar os dois.
- Mountainhead (): Ideias ambiciosas enterradas numa execução turva.
- O Dia em que a Terra Parou (2010): Uma sombra do original.
- Crimes of the Future 1970: A visão embrionária de Cronenberg, interessante apenas como artefato.
Documentários
- Incident (): Um relato tenso e meticulosamente montado que deixa as imagens falarem mais alto do que o comentário. Perturbador na melhor tradição documental.
- O Caçador de Elefantes: Silenciosamente belo. Diz mais sobre a humanidade do que sobre a vida selvagem.
- I am Ready Warden ()I am Ready Warden (): Sóbrio e humano, mas não consegue encontrar um ângulo novo em território familiar.
- A Única Garota na Orquestra: Você sai admirando o filme, não o tema.
Animações
- Robot Dreams (): Bonito, interessante e emocionante.
- Wander to Wonder (): 9 ótimas animações em stop motion.
- Ghost in the Shell: Um espetáculo visual e instigante. Mas não é fácil compreender tudo o que propõe. Um clássico que já havia assistido em 2009.
- Na Sombra do Cipreste: 8 — transtorno de estresse pós-traumático
TV
- Adolescence (): Quatro episódios em plano-sequência que impactam como um soco no estômago. Devastador, preciso e impossível de esquecer.
- The Last of Us T1: Fiel onde importa, inventivo onde ousa. O episódio 3 sozinho justifica a temporada inteira.
- 24 T1: Tensão em tempo real que ainda se sustenta. O primeiro dia de Jack Bauer continua sendo uma aula de propulsão procedimental.
- Murderbot T1: Uma máquina de matar adoravelmente ansiosa que só quer assistir séries. Adaptação charmosa que acerta a voz, nem sempre o ritmo.
- Senna 2024: Uma série que não é documentário nem ficção. E é mediana nos dois. Tramas inteiras sem importância.
- Severance T2: O mistério se aprofunda, mas o ritmo desacelera. Lindo e frustrante em igual medida — nem sempre intencionalmente.
- The Last of Us T2: Ambicioso, mas esticado demais. Perde o foco intimista que tornou a T1 especial, trocando emoção genuína por uma preparação extensa.






